Noel 100, o evento

No dia dez de junho de 2010, 50 Anos depois de ser palco do primeiro festival de Bossa Nova, a “Noite do Amor, do Sorriso e da Flor”, o Teatro de Arena recebe o evento Noel 100 – Homenagem ao centenário de nascimento de Noel Rosa.

O evento, organizado pelos Centros Acadêos de Economia (CASA), de Comunicação (CAECO) e pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE-UFRJ), marca a retomada do Teatro de Arena como espaço cultural do movimento estudantil. O espaço que recentemente teve seu uso extremamente restrito foi palco de um belíssimo evento onde professores, funcionários, alunos e pessoas de fora da UFRJ se integraram de forma prazerosa por intermédio da cultura.

O caráter político de retomada dos espaços da Universidade do Brasil pelos seus estudantes e a tentativa de reconstrução de um politica cultural digna da história do campus da Praia Vermelha sempre foram objetivos no planejamento do evento, objetivo esse simbolizado pela BALA JUQUINHA que adocicou a noite.

Outro ponto fundamental do evento e que marca a Política Cultural contruida pelos Centros Acadêmicos da Praia Vermelha em conjunto com o DCE é a oportunidade para jovens músicos – com ênfase nos estudantes universitários – exporem seu talento, tendo em vista a dificuldade que novas bandas tem para conquistar seu espaço em um contexto onde a lógica do mercado predomina sobre a cultura. Essa lógica – que em nossa Política Cultural não tem vez – tem que ser desconstruída no Canecão, que pertence à UFRJ. Este deve ser destinado a eventos como esse, oportunidade para novos músicos, lazer acessível a todos, e que valoriza nossa cultura, simbolizada na figura do gênio Noel Rosa.

A banda Zerinho ou Um, formada pelos estudantes da UFRJ de biologia Camilo (flauta transversa), Renato (pandeiro) e Felipe (voz e alfaia), de música, Cadu (violão) e de música da Unirio, Clara (voz) e Leandro (cavaquinho), deu um show memorável, a despeito do equipamento de som, longe de ser o ideal.

A banda tocou as músicas mais famosas de Noel, algumas desconhecidas, sua controvésia com Wilson Batista (cada um dos vocalistas representava um dos sambistas, as músicas foram cantadas em sequência, uma em resposta à outra), e outros tipos de música brasileira, como chorinho e baião.

Construiram ou contribuiram de alguma forma para o evento*: Agnaldo (CCJE), Alcino (CCJE), André (xerox), Artur, Cadu (música), Camilo (biologia), Carlos (economia), Carol (comunicação), Clara (música/UNIRIO), Felipe (biologia), Felipe Amorim “Vidal” (economia), Flávia (secretária da diretoria do IE), Gabriel Zelesko (economia), Galeno (economia), Guilherme (xerox), Heloísa (economia), Hugo (economia), Igor (economia), Ítalo (economia), Julia (economia), Kenzo (comunicação), João Sérgio “Poste” (economia), Leandro (música/UNIRIO), Leonardo (economia), Luciano (economia), Mário (ciências sociais), Maurício (DCE), Murilo (DCE), Pedro Bossardi (economia), Pedro (direito), Pedro “Pepê” (economia), Raul (economia) e Zacharias (economia).

*Com exceção de dois dos músicos, da UNIRIO, todos são da UFRJ.

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