Se o sinhô num tá lembrado…

dá licença de contar.

Há cem anos nascia João Rubinato, gênio da cultura popular brasileira. Depois de homenagear Noel Rosa, também centenário, o movimento estudantil fez um samba com a banda Ih, é carnaval!, composta por ex-alunos do IE/UFRJ, relembrando as músicas de Adoniran.

“Se o sinhô num tá lembrado, dá licença de contar…” diziam as letras afixadas no piso do Teatro de Arena, logo destruídas pelos empolgados estudantes e funcionários que ali sambavam.

O local, palco do primeiro festival de Bossa Nova e de importantes discussões políticas, há muito vinha sendo subutilizado, controlado por uma contraditória burocracia.

O local, lindo por si só, ainda contou com um belo quadro de 2m por 2m feito pelo artista Binho…

E para completar a noite o poeta Bruno Borja expôs e declamou algum de seus versos…

Se depender dos estudantes continuaremos ocupando o Teatro de Arena com política cultural de qualidade: popular e democrática, valorizando nossa história, promovendo lazer e integração social, abrindo espaço para novos artistas mostrarem seus talentos, e, claro, em meio a muita diversão…

E com responsabilidade – na manhã seguinte o local estava em perfeitas condições para as atividades acadêmicas -, afinal só assim poderemos continuar a fazer nossos eventos culturais no Arena, para então dizer:
ói nois aqui traveis

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